Outrora a concepção de infância era bem diferente da concepção que tem-se hoje. Na Grécia infância se referia a seres com tendências selvagens que precisavam ser dominadas pela razão e pelo bem ético e político. No universo medieval essa fase da vida era tratada como a natureza pecadora do homem, momento em que a luz divina não se manifestaria. Com o Renascimento e Idade Moderna a infância foi abordada como um período de afloramento da razão, porém, nem todos os infantes estavam preparados para dominar as informações que recebiam. Percebe-se que por séculos a criança foi vista como um ser sem importância, quase invisível, pecadora e excluída.
OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
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